Diversos fatos comprovam que o uso de coletes à prova de balas pode reduzir efetivamente as baixas entre soldados em guerras. Além disso, em alguns países, a segurança pública é precária e há muitos incidentes violentos. Proteger-se contra ferimentos é crucial para policiais e até mesmo para cidadãos comuns. Por essa razão, muitos países vêm pesquisando materiais e coletes à prova de balas há muito tempo. Durante a Primeira Guerra Mundial, placas de aço eram usadas para proteção humana, e posteriormente foram realizadas pesquisas com metais como alumínio e titânio. No entanto, no campo de batalha, os soldados precisam manter a mobilidade. Devido à espessura do metal e ao seu baixo desempenho à prova de balas, começaram a ser estudados outros materiais para obter melhores efeitos de proteção. Portanto, após a Segunda Guerra Mundial, os coletes à prova de balas tornaram-se vestimentas de proteção eficazes contra diversos projéteis balísticos. Atualmente, são equipamentos de proteção indispensáveis e importantes para militares e policiais. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento de diversos materiais à prova de balas é altamente valorizado e está se desenvolvendo rapidamente em países ao redor do mundo. Vários novos tipos de vestimentas à prova de balas estão sendo constantemente estudados e desenvolvidos com sucesso.
Atualmente, os coletes à prova de balas são usados principalmente para dois tipos de proteção: contra balas de pistolas e rifles, e contra estilhaços de explosões.
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O princípio de proteção dos coletes à prova de balas de tecido consiste principalmente em absorver a maior parte da energia da ponta do projétil (ou fragmentos) durante o processo de estiramento, cisalhamento e dano às fibras do material, causando a deformação e o desvio da ponta do projétil. Ao mesmo tempo, uma parte da energia é convertida em energia térmica e sonora, enquanto outra parte é transmitida através das fibras para a área externa ao ponto de impacto, envolvendo a ponta do projétil, que já dissipou sua energia, na camada de proteção. Quando a resistência das fibras do material não é suficiente para impedir a penetração de projéteis, a única solução é adotar uma forma "composta" de materiais de proteção rígidos e flexíveis, ou seja, adicionar inserções de metal duro, cerâmica ou material compósito ao colete, integrando o mecanismo de proteção de ambos os materiais: o projétil entra em contato primeiro com a inserção rígida, que atua como a "primeira linha de defesa", e durante o impacto, o projétil e o material rígido podem se deformar e fraturar, absorvendo assim a maior parte da energia do projétil. Materiais macios à prova de balas, como fibras balísticas, atuam como uma "segunda linha de defesa", absorvendo e dispersando a energia restante do projétil e desempenhando um papel de amortecimento, alcançando, em última análise, o efeito de proteção balística. Coletes à prova de balas rígidos foram os primeiros produtos que dependiam exclusivamente de materiais rígidos, como placas de metal, para proteção, resultando em pouco conforto e eficácia defensiva. Eles foram em grande parte descontinuados.
Data da publicação: 22 de maio de 2024
